Cabe aos departamentos de comunicação e às agências contratadas a concepção de uma estratégia inclusiva dos vários grupos de colaboradores na comunicação da organização.
Analisar os potenciais intervenientes e definir em que forma poderão ser mais úteis à estratégia; definir os termos, boas práticas, livro de estilo, código de ética; estruturar a comunicação pelos diversos canais, internos e externos, com vista à divulgação, distribuição, partilha e discussão da informação com todos os públicos, parece ser ainda algo reservado aos “pensadores” da comunicação e não a todos os que a partilham. Isso origina as situações abaixo descritas, em que uma comunicação “ilegal” surge do interior da organização, provocando o descrédito desta junto dos seus públicos.
Um vídeo para ajudar a lembrar.
Pelo que vejo, a divulgação das últimas tendências, de conhecimento, de case studies, de boas práticas, enfim, do que se vai passando no mundo da comunicação empresarial, irá continuar durante algum tempo a cargo dos estudantes e curiosos da matéria, muito por via da recolha de conteúdos que os blogues das agências estrangeiras vão publicando, salvo raras e honrosas excepções muito pouco significativas em termos numéricos no panorama nacional.
Os Médicos pelos Direitos Humanos acusam o Shin Bet (o serviço de segurança interna de Israel) de “coacção” e “extorsão” dos pacientes. E notam que estas práticas acompanham um aumento acentuado na proporção de doentes a quem é negada a entrada em Israel, desde que o Hamas assumiu o controlo da Faixa de Gaza, em Julho do ano passado. Em Janeiro de 2007 eram autorizados a entrar 90 por cento - no fim do ano já entravam só 62 por cento dos que pediam para passar por motivos médicos.
O Filinto, jornalista do Primeiro de Janeiro, vai disponibilizando o diário da luta.
Só reparei hoje. O del.icio.us tem cara nova.
Dar um tiro em alguém por ser homossexual e por supostamente ter tido relações sexuais com um gato que ajudou a resgatar, e por isso o animal ter ficado paneleiro, é talvez o motivo mais torpe que eu já vi na minha vida.
Os bairros sociais “problemáticos” têm vindo a ostentar este carimbo como forma de dizer ao público que, se problemático, é algo acerca do qual se deve fazer alguma coisa mas que, porque problemático, representa em si um problema, logo é de difícil resolução, tenham paciência, vamos aplicando uns paliativos e a coisa há-de rolar, não se preocupem, que eles continuarão a sair de lá apenas para trabalhar ou arrumar carros.
«A habilidade para a cozinha dá ao homem uma aparência mais sofisticada, mais moderna e mais consciente do que se passa na actualidade.» Para além disso, estes rapazes poderão ser um fabuloso contributo para o combate à anorexia.
O Rui Calafate está a apresentar dados. E enquanto isso, que tal experimentar uma ligação, ou a ligação a um grupo?